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Keko promove a inclusão de profissionais surdos ensinando a linguagem de Libras!

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

Criar um ambiente de trabalho agradável, colaborativo e de acolhimento, que favoreça o desenvolvimento pessoal e técnico das pessoas e estimule o senso de pertencimento ao grupo, por meio de práticas de inclusão e competências para orientar o crescimento e o bem-estar dos profissionais. Essas são atitudes que estão nos valores e princípios da Keko e que fazem toda a diferença no dia a dia da organização. Afinal, não há nada mais valioso do que o cuidado com as pessoas. A Keko tem direcionado olhares e ações para o acolhimento, a empregabilidade e a inclusão de profissionais surdos. 

A prática não é de hoje, já tem mais de uma década. A empresa já chegou a empregar cinco pessoas com deficiência auditiva. Atualmente, três profissionais surdos integram a equipe: dois homens que atuam no setor de Metalúrgica da fábrica e uma mulher que trabalha no setor de Costura. E o bacana é que dois já estão há oito anos trabalhando conosco e um completou cinco anos. Inclusive, já receberam o reconhecimento “Pratas da Casa”, conferido a quem soma cinco anos e seus múltiplos dentro da Keko.

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

Mas o mais legal disso tudo são os desafios e todo o movimento que a presença de profissionais surdos acaba gerando internamente, com impactos positivos para toda a equipe. “Não é só dar uma oportunidade e inserir essas pessoas no mercado de trabalho, tem também a responsabilidade social de oferecer acompanhamento e apoio. Mas um ponto importante que percebemos é que a diversidade acaba trazendo ganhos para toda a equipe. Conviver com pessoas diferentes desenvolve um nível de consciência das pessoas sobre a sua situação e a situação do outro, e isso qualifica todo o time”, destaca Davi Eduardo Thiesen, gerente de Recursos Humanos e Qualidade da Keko.

Curso interno de Libras facilita a comunicação 

A presença de profissionais surdos no ambiente de trabalho e no dia a dia da empresa acabou estimulando que os colegas fossem aprendendo de forma intuitiva a linguagem de sinais para melhorar a comunicação interna. Para incentivar e facilitar ainda mais essa comunicação, a Keko promoveu a primeira edição do curso “Qualificando o atendimento com Libras”, realizado em parceria com a Universidade de Caxias do Sul (UCS), que entrou com a metodologia e a instrutora. O objetivo foi ensinar a linguagem de Libras para facilitar ainda mais a inclusão, a adaptação e, principalmente, a interação e a comunicação dos surdos com os outros colegas. 

O curso aconteceu de forma gratuita fora do horário de trabalho, aos finais de semana, com transporte, material, lanche e certificado disponibilizados pela empresa. As inscrições foram abertas para todos os profissionais, que se inscreveram voluntariamente. A procura para participar do treinamento foi tão grande que alguns interessados ficaram na lista de espera para a próxima turma, prevista para acontecer ainda em 2024.

Além de oferecer o curso de Libras, outro cuidado que a Keko tem para promover a inclusão é, sempre que há um evento, treinamento ou desenvolvimento de equipes com a participação dos profissionais surdos, a empresa conta com o auxílio de um intérprete contratado.

“É uma alegria ver o quanto os surdos interagem e se conectam com os colegas. Eles almoçam juntos, conversam no intervalo, riem juntos, criaram vínculos. É o mundo que a gente imaginava que seria possível, de eles se sentirem pertencentes ao grupo”, celebra Thiesen.

Conheça os profissionais surdos da Keko

“No meu setor, aprendo coisas novas e diferentes e me sinto desafiado. Em meio a algumas dificuldades, tenho auxílio de colegas que me apoiam. Também ajudo voluntariamente em outros setores se alguém está doente ou falta, por conta da minha experiência de muitos anos. É muito satisfatório para mim, fazer isso, me sinto pertencente. Trabalhar na Keko é muito positivo, porque sou incentivado, os colegas me auxiliam, temos muitas trocas, somos uma equipe muito forte.”

Cleiton de Lima Ribeiro, 27 anos, 8 anos de empresa, trabalha no setor de Metalúrgica no cargo de Operador de Máquinas I

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

“O setor onde trabalho tem muitas práticas. Aprendo conhecendo as marcas dos carros, as peças, são diferentes informações, muitas novidades e um aprendizado constante e positivo. Gosto do que faço e me sinto feliz, os colegas me auxiliam no que preciso, temos muitas trocas. A Keko me traz essa sensação de pertencimento. Amo estar aqui e quero continuar trabalhando na empresa por muitos anos.”

Gilmar Debiasi Ferreira Drum, 31 anos, 5 anos de empresa, trabalha no setor de Metalúrgica no cargo de Operador de Produção I

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

“O meu trabalho é muito saudável, gosto muito do meu setor e onde estou. Sou muito bem acolhida pelos meus colegas. Temos a nossa chefe que nos ajuda com muita tranquilidade e a quem sou muito grata. Existe uma relação muito boa com os colegas, de muita união. Trabalho em paz por me sentir em um ambiente seguro. É uma alegria imensa estar aqui. Amo demais a Keko.”

Márcia Borges, 38 anos, 8 anos de empresa, trabalha no setor de Costura no cargo de Operador de Produção I

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

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