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Aterro industrial zero, prática ESG de marcas preocupadas com o futuro do planeta

Sabemos que todas as atividades industriais geram passivos ambientais e impactos na natureza. Mas, com o avanço da ESG, sigla em inglês para Environmental, Social and Governance, que é traduzida na governança ambiental, social e corporativa, pauta cada vez mais exigida das organizações no mundo todo, muitas delas estão trabalhando no sentido de criar boas práticas para minimizar os impactos da sua atividade industrial.

Uma dessas iniciativas é o que se chama de “aterro industrial zero”, prática adotada por empresas que estão efetivamente preocupadas com o futuro do planeta e, por isso, não mandam mais nenhum resíduo industrial para os aterros, mesmo que esses sejam controlados e monitorados pelos órgãos ambientais. Afinal, sabe-se que os resíduos enviados para aterros geram um passivo ambiental para a empresa e que esse passivo permanece por milhares de anos até que todo o material seja decomposto. Além disso, ao não enviar mais resíduos para aterros, são reduzidos os gases do efeito estufa.

Buscando contribuir para reduzir o máximo possível os impactos ambientais da sua atividade, a Keko conseguiu chegar à meta de aterro industrial zero desde agosto de 2023. Isso significa que, a partir desta data, nenhum resíduo industrial gerado na fábrica da Keko é enviado para o aterro. Até então, cerca de 34 toneladas de resíduos eram enviadas anualmente para esse destino.

Sabe o que a empresa está fazendo agora? Conseguiu dar destinos mais sustentáveis aos resíduos da sua produção, que agora vão principalmente para reciclagem, coprocessamento e logística reversa. Isso mesmo! Antes, o material ficava depositado no meio ambiente por milhares de anos até ser totalmente destruído. Hoje, aproximadamente 51 toneladas de resíduos da fábrica vão para o coprocessamento e 1.200 toneladas são destinadas para reciclagem.

 

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

Quer exemplos práticos?

Os retalhos de lonas das capotas marítimas – resíduos compostos por materiais de difícil reciclabilidade – atualmente são destinados para uma empresa que os transforma em matéria-prima para a produção de tapetes de automóveis. Esse é um ótimo exemplo de economia circular.

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

Outro exemplo é o lodo gerado na estação de tratamento de efluentes da Keko. A partir de mudanças no processo interno, desde agosto do último ano esse resíduo é destinado 100% para coprocessamento, onde é utilizado como substituto da matéria-prima para fabricação de cimento ou como fonte de energia térmica na fabricação do mesmo produto. Além de reaproveitar o lodo em outro processo fabril, com a prática de não enviar mais esse resíduo para o aterro industrial, a Keko reduziu significativamente as emissões de CO2, que potencializam o aquecimento global.

A imagem mostra uma caçamba de picape com uma capota instalada aberta pela metade e um braço pegando um objeto que está no interior da caçamba.

“É uma grande conquista da Keko, uma vez que essas metas de aterro zero estão sendo pautas mundiais de sustentabilidade”, destaca Mari Ana Chagas Santos, analista de Meio Ambiente da empresa. Ela lembra, no entanto, que conseguir adequar o processo e encontrar as soluções sustentáveis para cada tipo de resíduo é um desafio que as empresas precisam superar.

Além de dar a destinação mais adequada e sustentável aos resíduos gerados, a Keko se preocupa também em reduzir os resíduos e os impactos ambientais do processo produtivo. Esse é o próximo passo e passa a ser o foco a partir de agora: educação e conscientização para a redução e a reutilização dos resíduos internamente. Na Keko, a gente sempre se pergunta que planeta queremos deixar para os nossos filhos. 

E você, o que está fazendo para tornar o planeta mais sustentável?

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